"Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."
( C.L. ;A hora da estrela)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
São 5 palavras,
apenas 5, dentre tantas desse extenso vocabulário,
são apenas cinco:
- liberdade
-arte
-incerteza
-caráter
-amor
... lembre-se delas
são apenas cinco:
- liberdade
-arte
-incerteza
-caráter
-amor
... lembre-se delas
what's life for you ?
Vamos pegar nossa calça jeans, nosso all star, a camiseta velha de nossa banda preferida. Vamos pegar o livro que ja lemos 200 vezes, e ainda leremos mais 200, vamos pegar nosso filme preferido, nossos CDs, nosso violão. Peguemos também algumas cartas, algumas fotografias, alguns poemas, peguemos uma caneta e um pedaço de papel. Peguemos algumas caixas de chocolate. Vamos jogar isso tudo dentro de um carro, vamos chamar nossos amigos e sair viajando por aí. E se alguém reclamar, vamos gritar " Foda-se" e seguir em frente. Nós não precisamos de motivos nem justificativas.
"Nós não precisamos saber pra onde vamos, nós só precisamos ir"
Poema-hipócrita
"As pessoas são hipócritas,
dizem que não têm medo,
e se escondem debaixo do cobertor.
As pessoas são hipócritas,
mandam-nos sorrir,
mas guardam tristezas;
fingem-se de cultas,
mas nada entendem;
não veem desenhos porque são grandes,
mas abraçam um ursinho de pelúcia.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é feio mentir
e mentem até pra si mesmas;
mandam-nos olhar em frente,
mas, de soslaio, olham pra trás.
As pessoas são hipócritas,
dizem que choram os fracos,
mas são fracas demais pra chorar.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso enchergar,
mas fecham os olhos;
dizem que é preciso ter fé,
mas elas mesmas a destroem.
As pessoas são hipócritas,
fingem-se de sérias
para mostrarem-se superior.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso ter paz,
mas jogam bombas;
mandam-nos entender,
mas não entendem;
dizem que é preciso compaixão,
mas só olham a si mesmas.
As pessoas são hipócritas,
dizem que tudo vai ficar bem,
mas nem elas acreditam;
dizem o que deve ser feito,
mas não o fazem.
As pessoas são hipócritas,
dizem que estão bem,
mas desmoronam;
são mármore por fora
e seda pro dentro;
mandam-nos ser verdadeiros,
mas usam máscaras.
As pessoas são hipócritas,
dizem para fazer o que é certo,
mas só cometem erros;
dizem que o tempo cura,
mas não se curaram do tempo;
dizem que amam,
mas nem sabem o que é amor.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso ajudar,
mas não ajudam;
dizem que vão cuidar,
mas precisam de cuidados.
As pessoas são hipócritas,
fingem que não sofrem,
mas morrem aos poucos;
mandam-nos ser felizes,
mas, por dentro, são tristes;
dizem que estão prontas,
mas nunca estarão.
A vida, em si, é hipócrita,
quer que sigamos caminhos
que se alteram a cada hora,
quer que confiemos nela,
mas nos deixa dúvidas,
finge que é boa, finge que é bela,
e nós
somos tão inconscientemente hipócritas,
que fingimos que acreditamos nela."
dizem que não têm medo,
e se escondem debaixo do cobertor.
As pessoas são hipócritas,
mandam-nos sorrir,
mas guardam tristezas;
fingem-se de cultas,
mas nada entendem;
não veem desenhos porque são grandes,
mas abraçam um ursinho de pelúcia.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é feio mentir
e mentem até pra si mesmas;
mandam-nos olhar em frente,
mas, de soslaio, olham pra trás.
As pessoas são hipócritas,
dizem que choram os fracos,
mas são fracas demais pra chorar.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso enchergar,
mas fecham os olhos;
dizem que é preciso ter fé,
mas elas mesmas a destroem.
As pessoas são hipócritas,
fingem-se de sérias
para mostrarem-se superior.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso ter paz,
mas jogam bombas;
mandam-nos entender,
mas não entendem;
dizem que é preciso compaixão,
mas só olham a si mesmas.
As pessoas são hipócritas,
dizem que tudo vai ficar bem,
mas nem elas acreditam;
dizem o que deve ser feito,
mas não o fazem.
As pessoas são hipócritas,
dizem que estão bem,
mas desmoronam;
são mármore por fora
e seda pro dentro;
mandam-nos ser verdadeiros,
mas usam máscaras.
As pessoas são hipócritas,
dizem para fazer o que é certo,
mas só cometem erros;
dizem que o tempo cura,
mas não se curaram do tempo;
dizem que amam,
mas nem sabem o que é amor.
As pessoas são hipócritas,
dizem que é preciso ajudar,
mas não ajudam;
dizem que vão cuidar,
mas precisam de cuidados.
As pessoas são hipócritas,
fingem que não sofrem,
mas morrem aos poucos;
mandam-nos ser felizes,
mas, por dentro, são tristes;
dizem que estão prontas,
mas nunca estarão.
A vida, em si, é hipócrita,
quer que sigamos caminhos
que se alteram a cada hora,
quer que confiemos nela,
mas nos deixa dúvidas,
finge que é boa, finge que é bela,
e nós
somos tão inconscientemente hipócritas,
que fingimos que acreditamos nela."
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
"Penso muito e falo pouco.
Talvez seja um problema.
Talvez seja apenas eu.
Mantenho diálogos comigo mesma
Mais do que com as pessaos.
Não sei definir o que sinto
E quando falo, metado do que penso se perde.
Gosto das melodias que me fazem chorar
Elas são mais verdadeiras.
Não sou fácil de entender
Eu mesma não me entendo.
Sinto e penso
Penso e choro
E essas lágrimas que escorrem de meus olhos
não são da dor
de quem se fere com uma faca
nem da tristeza
de quem perdeu alguém.
São lágrimas
não sei de quê.
Lágrimas
de quem vê as estrelas, a lua
de quem vê o mar
e sente, e pensa.
E esses olhos tristes
não são de tristeza,
mas de quem vê o pôr-do-sol
e sente, e pensa
Não sei o quê.
Penso em milhões de coisas ao mesmo tempo.
E penso tanto
Que se falasse não haveria o menor nexo.
Nem mesmo sei o que penso
Só o sei em pensamento
Que não sei transformar em palavras
Ou em versos.
Talvez seja algo estranho,
mas, talvez
Seja apenas eu."
[ I.B.N. ]
Talvez seja um problema.
Talvez seja apenas eu.
Mantenho diálogos comigo mesma
Mais do que com as pessaos.
Não sei definir o que sinto
E quando falo, metado do que penso se perde.
Gosto das melodias que me fazem chorar
Elas são mais verdadeiras.
Não sou fácil de entender
Eu mesma não me entendo.
Sinto e penso
Penso e choro
E essas lágrimas que escorrem de meus olhos
não são da dor
de quem se fere com uma faca
nem da tristeza
de quem perdeu alguém.
São lágrimas
não sei de quê.
Lágrimas
de quem vê as estrelas, a lua
de quem vê o mar
e sente, e pensa.
E esses olhos tristes
não são de tristeza,
mas de quem vê o pôr-do-sol
e sente, e pensa
Não sei o quê.
Penso em milhões de coisas ao mesmo tempo.
E penso tanto
Que se falasse não haveria o menor nexo.
Nem mesmo sei o que penso
Só o sei em pensamento
Que não sei transformar em palavras
Ou em versos.
Talvez seja algo estranho,
mas, talvez
Seja apenas eu."
[ I.B.N. ]
quinta-feira, 10 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
"...- O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Coma há muitos severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
[...]
Somos muitos severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida ).
[João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina]
como não tenho outro de pia.
Coma há muitos severinos,
que é santo de romaria,
deram então de me chamar
Severino de Maria
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
do finado Zacarias.
[...]
Somos muitos severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas
e iguais também porque o sangue,
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida ).
[João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina]
sábado, 26 de fevereiro de 2011
" J'ai montré mon chef-d'oeuvre aux grandes personnes et je leur ai demandé si mon dessin leur faisait peur.
Elles m'ont répondu: <Pourquoi un chapeau ferait-il peur?>
Mon dessin ne représentait pas un chapeau. Il représentait un serpent boa qui digérait un éléphant. J'ai alors dessiné l'intérieur du serpent boa, afin que les grandes personnes puissent comprendre. Elles ont toujours besoin d'explications."
( Le Petit Prince)
Elles m'ont répondu: <Pourquoi un chapeau ferait-il peur?>
Mon dessin ne représentait pas un chapeau. Il représentait un serpent boa qui digérait un éléphant. J'ai alors dessiné l'intérieur du serpent boa, afin que les grandes personnes puissent comprendre. Elles ont toujours besoin d'explications."
( Le Petit Prince)
“Você só é você pq existe o não-você.”
Você não seria você se não existisse o não-você, porque sem o não-você, você não poderia afirmar que alguma outra coisa não é você ou que você não é alguma outra coisa. Sem o não-você, ou existiriam vários “você” ou não existiria nenhum. O não-você é a base para a auto-definição, sem ele você inexiste, você não é, você somente é quando se pode dizer que o restante não o é. É o não-você que determina sua existência, não você, na ausência do não-você, você apenas existe como indeterminado, não como você propriamente. Portanto, para que você possa afirmar-se você, único e díspar em sua individualidade, é necessário uma base de alteridade e contradição, o não-você...
Você não seria você se não existisse o não-você, porque sem o não-você, você não poderia afirmar que alguma outra coisa não é você ou que você não é alguma outra coisa. Sem o não-você, ou existiriam vários “você” ou não existiria nenhum. O não-você é a base para a auto-definição, sem ele você inexiste, você não é, você somente é quando se pode dizer que o restante não o é. É o não-você que determina sua existência, não você, na ausência do não-você, você apenas existe como indeterminado, não como você propriamente. Portanto, para que você possa afirmar-se você, único e díspar em sua individualidade, é necessário uma base de alteridade e contradição, o não-você...
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O analfabeto político
O pior dos analfabetos
É o analfabeto político
Ele não ouve, não fala
Não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão e do peixe,
O preço da farinha, o aluguel,
O preço dos sapatos e dos remédios
Dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
Que se orgulha e estufa o peito
Para dizer que detesta a política.
Ele não sabe, o imbecil,
Que é a sua ignorância política
Que produz a prostituta,
O menino de rua, o ladrão,
E o pior de todos os bandidos:
O político desonesto,
Mentiroso e corrupto,
Que lambe os pés das empresas
Nacionais e internacionais.
( Bertolt Brecht)
É o analfabeto político
Ele não ouve, não fala
Não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão e do peixe,
O preço da farinha, o aluguel,
O preço dos sapatos e dos remédios
Dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro
Que se orgulha e estufa o peito
Para dizer que detesta a política.
Ele não sabe, o imbecil,
Que é a sua ignorância política
Que produz a prostituta,
O menino de rua, o ladrão,
E o pior de todos os bandidos:
O político desonesto,
Mentiroso e corrupto,
Que lambe os pés das empresas
Nacionais e internacionais.
( Bertolt Brecht)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Poesia matemática
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
[Millôr Fernandes]
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
[Millôr Fernandes]
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
[Fernando Pessoa]Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
-so, let's write love letters....
“Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!”
“A imperfeição é bela, a loucura é genial, e é melhor ser absolutamente ridículo que absolutamente chato.”
“Eu gosto de estar bem vestida ou inteiramente despida. Não me preocupo com o meio termo.”
“Hollywood é um lugar onde te pagam mil dólares por um beijo e cinqüenta centavos por sua alma.”
“Se eu tivesse cumprido todas as regras, eu nunca teria chegado em qualquer lugar.”
Marilyn Monroe
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
while my guitar gently weeps
I look at you all
See the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at the floor
And I see it needs sweeping
Still my guitar gently weeps
I don't know why nobody told you
How to unfold your love
I don't know how someone controlled you
They bought and sold you
I look at the world
And I notice it's turning
While my guitar gently weeps
With every mistake
We must surely be learning
Still my guitar gently weeps
I don't know how you were diverted
You were perverted too
I don't know how you were inverted
No one altered you
I look at you all
See the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at you all
Still my guitar gently weeps
See the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at the floor
And I see it needs sweeping
Still my guitar gently weeps
I don't know why nobody told you
How to unfold your love
I don't know how someone controlled you
They bought and sold you
I look at the world
And I notice it's turning
While my guitar gently weeps
With every mistake
We must surely be learning
Still my guitar gently weeps
I don't know how you were diverted
You were perverted too
I don't know how you were inverted
No one altered you
I look at you all
See the love there that's sleeping
While my guitar gently weeps
I look at you all
Still my guitar gently weeps
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
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